Vendas abertas
Bangers Open Air 2026

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O Evergrey, grupo de prog metal de Gotemburgo, divulga seu 14º álbum, Theories of Emptiness (2024), sucessor de A Heartless Portrait (2022), promovido no Brasil na edição que originou o Bangers Open Air. O vocalista e líder Tom S. Englund relembra com carinho suas experiências no país desde 2005, enquanto a formação atual conta com Henrik Danhage, Johan Niemann, Simen Sandnes e Rikard Zander. Conhecido por seu prog metal mais obscuro, melancólico e emocional, o Evergrey conquista fãs com discos intensos e shows que misturam peso, técnica e profunda expressividade.

Sábado 25/04

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EVERGREY

O grupo de prog metal de Gotemburgo Evergrey segue divulgando seu 14º álbum de estúdio, "Theories of Emptiness" (2024), sucessor de "A Heartless Portrait (The Orphean Testament)" (2022), promovido no Brasil na edição inicial do festival que originou o Bangers Open Air.

"O Brasil é sempre maravilhoso! Houve uma vez em que estivemos aí que nós mesmos compramos uma garrafa de cachaça e fizemos nossa própria caipirinha na piscina. Depois fomos jogar futebol com uns brasileiros, comemos churrasco...". O depoimento é de Tom S. Englund, líder, vocalista, guitarrista e compositor da banda sueca, que veio ao Brasil pela primeira vez em 2005 e atualmente é completada por Henrik Danhage (guitarra), Johan Niemann (baixo), Simen Sandnes (bateria) e Rikard Zander (teclado).

Tom Englund tem consciência de que, mesmo tendo estreado ainda no final da década de 90, com "The Dark Discovery" (1998), e lançado discos bem recebidos, como "Recreation Day" (2003), o conceitual "The Inner Circle" (2004), "Monday Morning Apocalypse" (2006) e "Torn" (2008), a base de fãs do Evergrey está concentrada, em sua maioria, de meados dos anos 2014 em diante. Após "Hymns for the Broken" (2014) e "The Storm Within" (2016), o Evergrey fechou a sua trilogia com "The Atlantic" (2019). Porém, "Escape of the Phoenix" (2021), trouxe o vocalista James LaBrie (Dream Theater) na faixa "The Beholder", algo que remete ao início do Evergrey. "Dream Theater foi a razão para eu começar o Evergrey e é parte responsável pelo modo como o Evergrey soa hoje", afirmou Englund.

Estilística e musicalmente, o Evergrey não se relaciona com o estilo característico e virtuoso do Dream Theater, pois vai para outros caminhos, tendo um som mais obscuro, melodias melancólicas, interpretações emocionais, muito peso e trabalhando a técnica em favor da música. Assim, vem cativando os fãs com seus álbuns e durante as turnês com um tipo de show que você precisa se concentrar, sentir, se emocionar e agitar com a banda.