Vendas abertas
Bangers Open Air 2026

Vendas Abertas

Formado em 2008 na Suécia, o Amaranthe se destacou pela combinação única de três vocalistas, metal moderno e influências pop. Após o elogiado álbum de estreia em 2011, a banda expandiu sua sonoridade com discos como The Nexus, Massive Addictive e Maximalism, incorporando fortes elementos eletrônicos. Com a entrada de Nils Molin e lançamentos como Helix, Manifest e The Catalyst (2024), o grupo consolidou sua identidade inovadora e ganhou projeção mundial e chegará ao Bangers Open Air 2026 como um dos principais nomes do metal moderno.

Domingo 26/04

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AMARANTHE

Formado em 2008 em Gotemburgo (SUE), o Amaranthe surgiu das ideias de Olof Mörck (guitarra, também do Nightrage e Dragonland) e Jake E (vocal, ex-Dreamland e Dream Evil), que buscavam criar algo moderno, enérgico e visualmente marcante dentro do metal. A dupla uniu forças com Elize Ryd (vocal), Andreas Solveström (vocal gutural), Johan Andreassen (baixo) e Morten Løwe Sørensen (bateria, ex-Mercenary). Desde o início, o grupo chamou atenção pela combinação de três vocalistas com timbres distintos, guitarras pesadas, refrãos acessíveis e melodias influenciadas tanto pelo pop quanto pelo metal extremo. O sucesso inicial veio antes mesmo do primeiro disco, quando suas demos renderam propostas de gravadoras e forte interesse do público, motivando o lançamento do debut, "Amaranthe" (2011).

Com videoclipes de estética cinematográfica e uma sonoridade que mesclava peso, técnica e refrãos marcantes, o Amaranthe se firmou como uma das novas forças do metal melódico europeu. O segundo álbum, "The Nexus" (2013), ampliou o alcance da banda. Olof Mörck sempre destacou que a intenção do grupo era criar uma experiência completa, em que música, imagem e performance coexistissem em equilíbrio. A visão também se refletiu nos shows e na atenção meticulosa com a estética visual, algo que ajudou a destacar o Amaranthe no cenário.

O grupo manteve um ritmo constante de lançamentos e evolução. Em 2014, saiu "Massive Addictive", com uma abordagem ainda mais voltada à fusão entre pop e metal moderno, seguido por "Maximalism" (2016), que ampliou as experimentações com elementos eletrônicos. Em 2018, veio "Helix", primeiro disco com o vocalista Nils Molin (Dynazty) substituindo Jake E. "Manifest", de 2020, reforçou a força do sexteto em meio à pandemia, apresentando faixas que equilibravam agressividade e melodias radiofônicas.

Já "The Catalyst" (2024), trouxe uma sonoridade mais cinematográfica e grandiosa, reafirmando o papel do Amaranthe como um dos principais nomes do metal moderno europeu. Com turnês pela Europa, Japão, América do Norte e América do Sul, o grupo construiu uma base sólida de fãs e mantém-se como referência, algo que irá mostrar no Bangers Open Air 2026.